GLIMEPIRIDA É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. MEDICAMENTO GENÉRICO - LEI Nº 9.787/99.
INDICAÇÕES:
A glimepirida é indicado para o tratamento oral de diabetes mellitus não insulino-dependente (Tipo 2 ou diabetes do adulto), quando os níveis de glicose não podem ser adequadamente controlados por meio de dieta alimentar, exercícios físicos e redução de peso.
A glimepirida pode ser associado a outros antidiabéticos orais que não estimulam a secreção de insulina.
A glimepirida pode ser associado à metformina quando os níveis glicêmicos não podem ser adequadamente controlados por meio de dieta alimentar, exercícios físicos e uso de glimepirida ou metformina em monoterapia. A glimepirida também pode ser utilizado em associação com insulina.
CONTRA INDICAÇÕES:
É contraindicada a pacientes que apresentam hipersensibilidade à glimepirida ou a outras sulfonilureias, outras sulfonamidas ou aos demais componentes da formulação. A glimepirida é contraindicada durante a gravidez e lactação. Categoria de risco na gravidez: C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Não há experiência suficiente na utilização de GLIMEPIRIDA em pacientes com insuficiência hepática severa e em pacientes sob diálise. Em pacientes com insuficiência da função hepática severa é indicada a substituição pela insulina, ao menos para se obter um controle metabólico adequado.
GLIMEPIRIDA não deve ser administrado para o tratamento de diabetes mellitus insulino-dependente (Tipo 1, ou seja, para o tratamento de diabéticos com história de cetoacidose), de cetoacidose diabética ou de pacientes em pré-coma ou coma diabético. Essa condição deve ser tratada com insulina.
REAÇÕES ADVERSAS:
Reações adversas da Glimepirida:
- Hipoglicemia é um efeito colateral comum, podendo ter sintomas como cefaleia, excesso de apetite, náusea, vômitos, fadiga, insônia, alterações do sono, inquietação, agressividade, prejuízo da concentração, alterações nas reações e estado de alerta, depressão, confusão, alterações na fala, tremores, tontura, convulsões e perda de consciência.
- Sinais de contrarregulação adrenérgica, como sudorese, pele úmida e fria, ansiedade, taquicardia, hipertensão, palpitações, angina e arritmias cardíacas, também podem estar presentes.
- Alterações visuais temporárias podem ocorrer no início do tratamento devido a mudanças nos níveis de glicose no sangue.
- Sintomas gastrointestinais como náuseas, vômitos, sensação de pressão ou plenitude gástrica, dor abdominal e diarreia podem ocorrer ocasionalmente.
- Em casos raros, podem ocorrer problemas hepáticos, como hepatite, aumento das enzimas hepáticas, colestase e icterícia, podendo progredir para insuficiência hepática, mas geralmente melhoram com a suspensão do tratamento.
Se ocorrerem quaisquer reações adversas, é importante buscar orientação médica.
PRECAUÇÕES:
- Em situações de estresse, pode ser necessário trocar temporariamente a medicação oral por insulina.
- Monitorar cuidadosamente a ocorrência de hipoglicemia nas primeiras semanas de tratamento.
- Fatores de risco para hipoglicemia incluem indisposição, desnutrição, refeições irregulares, consumo de álcool, problemas renais ou hepáticos, superdose, alterações endócrinas e uso concomitante de outros medicamentos.
- Ajustar a dosagem da glimepirida quando esses fatores de risco estão presentes.
- Hipoglicemia pode ser tratada com a administração de carboidratos.
- Observar pacientes de perto, pois a hipoglicemia pode ocorrer novamente.
- Cuidado ao prescrever para pacientes com deficiência de G6PD.
- Não usar glimepirida durante a gravidez, substituindo por insulina. Não usar durante a amamentação.
- Diminuição do estado de alerta pode ocorrer, afetando a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.