É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. MEDICAMENTO GENÉRICO - LEI Nº 9.787/99.
INDICAÇÕES:
- Distúrbios do ritmo cardíaco, inclusive arritmias ventriculares e supraventriculares;
- Infarto agudo do miocárdio suspeito ou confirmado; para prevenção secundária após infarto do miocárdio;
- Hipertensão: como monoterapia ou em associação com outros anti-hipertensivos, como por exemplo, diuréticos, vasodilatadores periféricos ou inibidores da enzima conversora de angiotensina (iECAs);
- Angina do peito: para profilaxia em longo prazo. A nitroglicerina deve ser usada, se necessário, para alívio das crises agudas;
- Hipertireoidismo (como medicação coadjuvante);
- Distúrbios cardíacos funcionais com palpitação;
- Prevenção da enxaqueca.
CONTRA INDICAÇÕES:
- Hipersensibilidade conhecida ao metoprolol ou a qualquer componente da formulação, bem como a outros betabloqueadores.
- Bloqueio atrioventricular de segundo ou terceiro graus.
- Insuficiência cardíaca descompensada.
- Bradicardia sinusal clinicamente relevante (frequência cardíaca inferior a 45 a 50 batimentos por minuto).
- Doença do nó sinusal.
- Distúrbios circulatórios arteriais periféricos graves.
- Choque cardiogênico.
- Feocromocitoma não tratado.
- Hipotensão.
- Asma brônquica grave ou história de broncoespasmo grave.
- Infarto do miocárdio com frequência cardíaca inferior a 45 a 50 batimentos por minuto, intervalo PR maior que 0,24 segundos, pressão sistólica inferior a 100 mmHg e/ou insuficiência cardíaca grave.
REAÇÕES ADVERSAS:
Tonturas, dor de cabeça, bradicardia, náusea e vômito, dores abdominais
PRECAUÇÕES:
- Doenças broncoespásticas: O metoprolol deve ser usado com cautela em pacientes com doença broncoespástica, especialmente se for leve a moderada. É recomendado o uso concomitante de um agonista beta2 e a menor dose possível de metoprolol.
- Pacientes diabéticos: Pacientes com diabetes devem ter cuidado ao usar metoprolol, pois pode mascarar os sintomas de hipoglicemia, exceto a sudorese. Recomenda-se alertar os pacientes sobre isso.
- Sistema cardiovascular: O metoprolol não deve ser usado em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva não tratada. Também deve ser usado com cautela em pacientes com bloqueio atrioventricular de primeiro grau. O tratamento deve ser reduzido gradualmente se ocorrer bradicardia significativa.
- Infarto do miocárdio: Se ocorrer hipotensão significativa em pacientes com infarto do miocárdio, o metoprolol deve ser descontinuado e o paciente deve ser cuidadosamente avaliado. Monitoramento hemodinâmico intensivo pode ser necessário.
- Interações: Não deve ser administrado verapamil intravenoso em pacientes que estejam usando metoprolol, devido ao risco de parada cardíaca.
- Populações especiais: Pacientes com insuficiência hepática devem usar metoprolol com cautela, pois pode aumentar a concentração plasmática. Em pacientes idosos, deve-se ter cuidado para evitar uma queda excessiva na pressão arterial ou na frequência cardíaca. Mulheres grávidas devem informar imediatamente o médico, pois o uso de metoprolol durante a gravidez requer avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios.
- Lactação: Pequenas quantidades de metoprolol são excretadas no leite materno, e os lactentes devem ser observados quanto aos efeitos do betabloqueador.