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Triancil 20mg 1amp
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Triancil 20mg 1amp

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TRIANCIL

INDICAÇÕES

Triancil é indicado como auxiliar no tratamento de curto-prazo das seguintes doenças inflamatórias nas articulações:
Sinovite por osteoartrite;
Bursite aguda e subaguda;
Epicondilite;
Osteoartrite pós-traumática;
Artrite reumatoide;
Artrite aguda por gota;
Tenosinovite não específica.
Como o Triancil funciona?
Triancil, cujo princípio ativo é a triancinolona hexacetonida, é um medicamento corticoide com ação anti-inflamatória.

CONTRAINDICAÇÕES

Triancil é contraindicado em casos de alergia a triancinolona hexacetonida ou a qualquer um dos excipientes da formulação.

Triancil é contraindicado em pacientes com tuberculose em atividade, com inflamação na córnea por herpes, com micoses sistêmicas, com infestação pelo verme Strongyloides stercoralis e com problemas psiquiátricos agudos.

É contraindicação formal o uso triancinolona hexacetonida em afecções com processo infeccioso.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

REAÇÕES ADVERSAS

Doses elevadas de corticoides diminuem a resistência à infecção. Você pode ficar predisposto a infecções por vírus, bactérias, fungos e vermes durante e no período posterior ao tratamento.

Além disso, os corticoides podem mascarar os sintomas de infecções, dificultando o diagnóstico e a avaliação da eficácia do tratamento.

Uma vez que o risco de eventos adversos com os corticoides varia com a duração do tratamento, com a frequência de administração e com a dose administrada, é difícil estimar sua frequência.

A injeção local de corticoides reduz, mas não elimina o risco de efeitos sistêmicos. O risco de que se produzam efeitos adversos tanto sistêmicos como locais aumenta com a frequência de administração local. Os efeitos adversos das injeções locais (além dos efeitos sistêmicos enumerados mais adiante) podem incluir reações alérgicas locais, lesões a tecidos articulares, formação de escaras, endurecimento, necrose óssea, ruptura de tendões, abscesso sem infecção e, raramente, infecções. Também já foi descrita cegueira associada com terapia em torno da órbita.

Os seguintes efeitos adversos sistêmicos são mencionados em função de sua importância clínica:
Distúrbios hidro-eletrolíticos:
Retenção de sódio, retenção hídrica (retenção de líquidos), insuficiência cardíaca em pacientes suscetíveis, redução nas concentrações sanguíneas de potássio, aumento do pH sanguíneo, pressão alta.

Musculoesqueléticos:
Fraqueza muscular, perda de massa muscular, osteoporose, fraturas vertebrais, necrose da cabeça do fêmur e do úmero e fratura de ossos longos.

Gastrointestinais:
Úlcera com possibilidade de perfuração e hemorragia, pancreatite, distensão abdominal, esofagite ulcerativa.

Dermatológicos:
Atrofia da pele, manchas na pele, vermelhidão facial, aumento da sudorese, dificuldade de cicatrização, estrias, acne, alterações na coloração da pele.

Neurológicos:
Convulsões, aumento da pressão intracraniana, vertigem, dor de cabeça.

Psiquiátricos:
Insônia, piora de sintomas psiquiátricos pré-existentes, depressão, euforia, oscilação de humor.

Endócrinos:
Irregularidades menstruais, excesso de pelos, Síndrome de Cushing, insuficiência adrenal, pré-diabetes ou diabetes mellitus, piora do controle glicêmico em pacientes diabéticos, redução da velocidade de crescimento nas crianças, tolerância diminuída a carboidratos, falta de resposta adrenocortical e pituitária secundária, particularmente em ocasiões de estresse como trauma, cirurgia ou doença.

Oftálmicos:
Catarata, aumento da pressão intra-ocular, glaucoma, exoftlamia.

Metabólicos:
Aumento na destruição de proteínas.

Reações alérgicas graves foram raramente relatadas com produtos desta classe.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

PRECAUÇÕES

Os eventos adversos dos corticoides podem ser minimizados com o uso da menor dose efetiva pelo menor tempo possível. Se durante o tratamento, você desenvolver reações adversas sérias ou infecções agudas, você deve procurar seu médico imediatamente para que o tratamento apropriado seja instituído.

Você não pode ser vacinado com vacinas contendo micro-organismos vivos enquanto estiver em tratamento com doses moderadas e altas deste medicamento por mais de 2 semanas, pela possibilidade de falta de resposta imunológica e predisposição a complicações, principalmente no sistema nervoso.

Durante o tratamento com Triancil, você deve evitar o contato com pessoas com catapora, sarampo e outras doenças transmissíveis, pois a evolução dessas viroses pode ser grave em pacientes tratados com corticoides. Caso você tenha contato com pessoas com essas viroses, procure seu médico.

Você não pode usar Triancil se tiver tuberculose; se você tiver reação positiva à tuberculina, Triancil deve ser usado com cuidado e sob supervisão médica.

A injeção de dosagem excessiva de Triancil pode causar atrofia na pele da área tratada.

Triancil contém um potente corticoide e, por isso, deve ser utilizado com cautela nas seguintes situações:
Hipotireoidismo e cirrose
Pode haver aumento dos seus efeitos.

Herpes ocular
Risco de perfuração da córnea.

Colite ulcerativa, úlcera, diverticulite e cirurgias intestinais recentes:
Risco de perfuração.

Insuficiência cardíaca, doença nas coronárias, insuficiência renal, tromboses, pressão alta, osteoporose, miastenia gravis, doenças que cursam com manchas na pele, doenças psiquiátricas, diabetes mellitus e câncer avançado.

A terapia prolongada com corticoides diminui a produção deste hormônio pelo organismo (insuficiência adrenal) que pode persistir por meses a anos após a interrupção do tratamento.

Desta forma, a interrupção do tratamento deve ser feita de maneira gradual, ao longo de semanas a meses (dependendo da dose e da duração do tratamento) para evitar a insuficiência adrenal aguda (que causa fraqueza excessiva, indisposição, náuseas, vômitos, perda de apetite, tonturas ao levantar). Os pacientes em terapia prolongada com corticoides que apresentam uma doença aguda, um trauma ou que necessitam realizar uma cirurgia precisam de um aumento da dose do corticoide nessas situações de estresse.

Os corticoides podem mascarar alguns sinais de infecção, e novas infecções podem aparecer durante seu uso. Poderá haver uma diminuição da resistência com o uso de corticoides.

O uso prolongado de corticoides pode causar catarata e glaucoma e pode aumentar a frequência de infecções oculares por fungos ou vírus.

Os corticoides também podem alterar o ciclo menstrual.

Enquanto estiverem sob terapia com corticosteroides, os pacientes não devem ser vacinados contra varíola. Outros processos de imunização com vacinas com micro-organismos vivos também não devem ser realizados devido a possibilidade de complicações neurológicas e de ausência de resposta imunológica.

Uso Pediátrico
O uso crônico de corticoides pode inibir o crescimento e o desenvolvimento das crianças ou adolescentes e, portanto, essa classe de medicamentos deve ser usada com cautela, somente após avaliação criteriosa do risco-benefício pelo médico.

Uso em Idosos
As doses e os cuidados nos pacientes idosos são os mesmos recomendados para os adultos.

Este medicamento pode causar doping.

É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA.

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